segunda-feira, 26 de março de 2007

Rastreamento

Adorei o novo rastreamento do site!!! Descobri que tenho visitantes da Espanha (da bela Andaluzia, terra de meus ancestrais!), Reino Unido, EUA, China, Índia e até da Estônia!!! : D

Como chegaram até aqui é uma incógnita!!! Se entenderam algo desse mundinho é uma incógnita maior ainda!!!


Porém também descobri que a vaca, a deste post, continua comendo de nossa verde grama e acompanhando milimetricamente seu crescimento!! Vai ter falta do que fazer assim na PQP!!!!!

Vou disponibilizar seus dados, com IP e hora de conexão inclusive... se alguém quiser fazer algo com eles, dane-se! Se conseguirem através deles seu nome, CPF, endereço e o diabo a quatro, dane-se mais ainda!!!







Imagem em tamanho real aqui: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhKLWyOI28hqBedmNaZXVtcPZHwnlZtWdvGVqmsF74SWxcHO8ibqYi9tdesCBudo9FZRCEMG4Oa_hWwbS5jS7O9FFD2cpupoXYiRYDxQQW5Ju6v72y1XnEJodFDv-qVIetRjyrg/s1600-h/faltadoquefazer.JPG
Vamos ver se a "mimosa" resolve encontrar algo útil para fazer agora e pára de futucar na minha vida, que nada tem que a possa interessar...


Restringir meu blog e impedir que visitantes tão diversos quanto bem-vindos cheguem aqui??? Jamais. Cada um deve saber o quanto sua presença é indesejável em determinados lugares.



PS: amigos e "blog-surfers", vocês são sempre queridos aqui... ; )
até pensei em fazer uma versão internacionalizada deste pequeno caderno aberto que conta em parte sobre minha estranha vida!!! rsrs

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sexta-feira, 16 de fevereiro de 2007

Ensaio sobre a vaca

Um dia a vaca sumiu. "Teria ido para o brejo?", aliviados pensamos.

De repente ela surge e mostra que mascou de nossa grama, ruminou e vomitou... a vaca devolve ao solo a grama podre e azeda de seus "estômagos" amargos.

A vaca não tem sua grama própria, a vaca não tem terras férteis, nem tão pouco teria a idéia de plantar algo seu: a vaca não pensa.

A vaca só se alimenta da grama por nós cultivada com sentimentos, criatividade, arte, beleza e inteligência. Come a nossa grama para se mostrar forte aos seus companheiros de rebanho.

Nós sabemos adubar nosso solo para que se torne fértil. Aramos nossa terra. Fazemos bom uso de nossa grama original.

Mas lá vem a vaca! Rouba um pouco de grama aqui, um pouco ali, para depois vomitar nossa grama ao nosso lado, sob nossa vista. Imagina que não estamos vendo. Tola vaca.

Enquanto nos rouba, tentando fazer nossos lindos e enormes pastos menores, ela imagina o que seria de nós sem ela. Imagina que seu vômito nos faria mal?

Obviamente, nossas plantações não se tornam menores porque ela nos rouba. Seu vômito nos é indiferente.

Quem precisa da vaca? Um dia ela morrerá — como uma vaca — ruminando e vomitando grama alheia. E nossas verdes planícies continuarão verdes e férteis. Como sempre foram.

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